Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 27/12/2020
Perante o ponto de vista do filósofo São Tomás de Aquino, os cidadãos de uma coletividade democrática possuem todos a mesma relevância, além dos mesmos direitos e deveres. Não obstante, nota-se que, no Brasil, os deficientes compõem um povo demasiadamente desfavorecido no tocante ao processo de se coabitar em equipolência, visto que o país enfrenta uma série de incitações para atender essa demanda. Nessa situação, o desafio do combate ao capacitismo no Brasil é recorrente na sociedade, isto tem base em fatores governamentais e sociais.
Inicialmente, a Constituição Federal de 1988, promulgada com base nos Direitos Humanos, prevê, como garantia fundamental, o direito à igualdade. Contudo, o próprio Poder Estatal, pela falta de política pública, agride a legislação. Isso por que o Ministério dos Direitos Humanos não investe em campanhas educacionais, seja em propagandas na TV palestras ora em cartilhas educativas, sujeitando o deficiente a uma sociedade preconceituosa, causando no indivíduo, lamentavelmente, a gravação das suas enfermidades. Logo, percebe-se que essa negligência estatal representa uma das causas do problema.
Ressalta-se, ainda, que a desconsideração da igualdade com os deficientes e uma das causas do problema. De acordo com o pensamento marxista, privilegiar o bem pessoal em detrimento do geral promove inúmeros malefícios para a sociedade. Deste modo, a sociedade não proporciona um incentivo a igualdade, colocam em risco o bom convívio social e contribui para a persistência do problema, visto que ao pregarem essa discriminação contra tal desfavorecido teremos a continuidade deste imbróglio no nosso corpo social. Assim sendo, a união da sociedade é essencial para garantir o bem-estar coletivo e os efeitos desse impasse.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar a questão governamental e a social, necessita-se, urgentemente, que o Estado direcione capital que, por Intermedio do Ministério dos Direitos Humanos, será revestido em programas sociais e na propaganda. Será obrigatoriedade das empresas e das estatais de empregar certa porcentagem de deficiente, para que sintam-se úteis, e que sintam absorvidos pela comunidade, o incentivo ao respeito as diferenças corporais será passado na TV via comercial para demonstrar a importância do respeito às diferenças, independentemente dos seus problemas para a formação de um povo consciente. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo do capacitismo no pais.