Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 27/12/2020
Conhecida como “cidadã” por ter sido concebida no processo de redemocratização, a Constituição Federal foi promulgada em 1988, assegurando direitos a todos os brasileiros. Todavia, apesar da garantia constitucional, o capacitismo no Brasil é um problema que possui raízes amargas no país, devido não só à negligência pública, mas também à falta de informação das pessoas sobre a questão na sociedade.
Deve-se destacar de início, à falta de políticas públicas que defendam a população com deficiência como um dos complicadores do problema. Nesse sentido, segundo Rousseau na obra “Contrato Social” cabe ao Estado viabilizar ações que garantam o bem estar coletivo. No entanto, não há ações governamentais que corroborem com o combate ao preconceito e inferiorização dos deficientes, rompem com as defesas do filósofo iluminista.
Outrem, na antiguidade, Aristóteles defendia o uso da sabedoria para a obtenção da plenitude da essência humana, entretanto grande parte da população não possui acesso a informação sobre o capacitismo, dificultando a propagação e a resolução do problema, além de não compactuarem com o égide do pensador.
Infere-se portanto que algo precisa ser feito com urgência para amenizar o problema. Cabe ao Ministério da Cidadania criar políticas de defesa a deficientes, por meio de politicas públicas voltadas para esta população. Além de meios de comunicação propaguem a informação por meio de campanhas juntamente ao Ministério da educação para o combate ao capacitismo, pois conforme diz Gabriel o pensador “Na mudança do presente a gente molda o futuro”, o fito de tal ação trará uma sociedade justa e menos preconceituosa.