Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 29/12/2020
No século XIX, pessoas com deficiência eram rotuladas como meio de entretenimento, e com isso foram privadas de seus direitos já que não eram consideradas cidadãos da sociedade. Também, intituladas como incapazes devido suas ‘’limitações’’ diagnosticadas de modo errôneo pela medicina na época em questão. Assim, evidencia-se que o preconceito direcionado a estas pessoas é cultural, e decorre de fatores como: Escassez de educação sobre o assunto na escola, que implica em ignorância social e intelectual na fase adulta no que tange a diferenças biológicas das pessoas.
Primeiramente é válido abordar sobre uma frase proferida pelo físico Albert Einstein, a respeito da necessidade de promover mudança de pensamento para que um problema normalizado na visão da sociedade seja resolvido. Isto é, as mentes das pessoas precisam de mudanças visando melhorar os conceitos impostos ainda infância. Pois, na escola as crianças não são ensinadas sobre as diferenças, importância da empatia e compreensão com o próximo, ou como é possível que se relacionem.
Em segundo lugar, vale falar sobre a orientação e suporte às famílias que são formadas por pessoas com algum tipo de ‘’limitação’’. Afim de, melhorar a qualidade de vida destas, é importante que no nascimento todas as orientações sejam dadas. Logo, os pais entenderam que a limitação não fará da criança inválida como por não enxergar por exemplo, isso auxiliará na quebra de barreiras familiares já no início da vida desta criança.
Em resumo, é importante que o Ministério da Educação promova mudanças na grade de aprendizado ainda no ensino fundamental. Por meio de atividades interativas e matérias que abordem as diferenças, afim de construir uma relação natural entre todos os tipos de pessoas, para promover empatia e respeito ao próximo. Assim, as pessoas ao longo da vida poderão mudar a forma de pensar e não olhar mais para esta questão como uma problemática que interfere no desenvolvimento da sociedade.