Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 28/12/2020

Durante o contexto do início da Idade Média, os deficientes físicos e mentais eram vistos como possuídos pelo demônio e eram queimados. De maneira análoga, no Brasil, esse cenário ainda permanece, uma vez que portadores de deforminadaes são excluídos da sociedade, problemas como esses são impulsionados, seja pela negligência governamental, seja pela inexistência de empatia dos brasileiros. Assim, torna-se fundamental a busca pelo combate ao capacitismo social, tendo em vista, sua ascensão no Brasil.

A princípio, cabe ressaltar que a falta de intervenção do governo intensifica o crescimento do problema. Nesse viés, segundo o filósofo John Locke, o Estado uma vez no poder deve garantir os direitos básicos, cumprindo o seu contrato social. No entanto, observa-se uma contradição, uma vez que os governates negligenciam uma forma de tornar os deficientes incluidos no meio social, Logo, é evidente que falhas como essa são propulsoras no acarretamento do crescimento da discriminação.

Ademais, a carência de empatia por parte de uma parcela da sociedade brasileira, contribui para a acentuação dessa nefasta problemática. Sob essa perspectiva, o pensador Lipovetsky, em seu livro A Era do Vazio, denúncia a insensibilidade e a diferença humana perante seu semelhante. Nesse sentido, torna-se nítido que o ser humano não sabe coviver com a desigualdade do próximo, já que culturalmente algumas pessoas achem natural essa péssima conduta.

Portanto, faz-se urgente o rompimento da cultura da discriminação no Brasil. Para tanto, cabe ao Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, intervir, por meio de campanhas de concientização contra a discriminação de pessoas com problemas físicos, as quais incluam depoimentos de indi que já sofreram discriminação. Tudo isso com a finalidade de promover a inclusão social, distanciando-se do contexto da Idade Média.