Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 29/12/2020
No filme “Extraordinário”, mostra Auggie Pullmar, um menino de 10 anos que nasceu com uma deformação facial, frequentando pela primeira vez a escola, tendo que enfrentar dificuldades e preconceitos na sua nova realidade. Fora das ficções, a realidade no Brasil se assemelha, visto que existem diversas pessoas com alguma deficiência, que sofrem precoceitos. Diante dessa perpesctiva cabe avaliar fatores que favorecem esse quadro.
Em primeira análise, de acordo com o portal de notícias ‘G1.com" uma pesquisa aponta que de 4.319 pessoas com deficiência, 4 a cada 10 admitiram ter sofrido descriminação no trabalho; 9% delas passaram por isolamento ou rejeição do grupo e 12% tiveram dificuldades para serem promovidas. O que contribui para tantos casos é o preconceito enraizado na nossa sociedade, pois no século XIX qualquer indivíduo que fosse diferente fisicamente era considerado uma aberração. Nesse contexto é perceptível a ideia de hierarquia em função dos padrões físicos nos diferentes espaços.
Em segunda análise, vale destacar que a sociedade não está apta para conviver com as diferenças, segundo Françoises Heretier, decorre do não reconhecimento do outro como semelhante, mas sim como ameaça de modo que o medo se transforma em ódio. Por esse motivo são diversas atitudes intolerantes como tratamento diferenciado, ofenças, e discriminações. Parte da população que mais sofre com isso são os deficiêntes, de monstrando a fata de empatia e respeito pelo resto da sociedade.
Portanto medidas são necessárias para combater o capacitismo no Brasil. Dessa maneira urge que o Ministério da Educação desenvolva campanhas nas escolas, que promovam o aprendizado do respeito ao próximo, por meio de palestras e filmes que abordem o tema. Espera-se com isso a diminuição do capacitismo no país.