Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 31/12/2020
Segundo Marquês de Maricá, filósofo brasileiro, os homens na sociedade são como pedras numa abóboda, resistem e número-se simultaneamente. Todavia, quando se observa a questão do combate ao capacitismo no Brasil, percebe-se que o pensamento filosófico não é posto em prática, tendo em vista a falta de união para deter os desafios da problemática. Isso se evidencia, pela negligência do Estado, mas também pelo preconceito ainda vigente na siociedade.
Mormente, é válido ressaltar o pouco interesse do Governo como um dos impulsionadores para combater o capacitismo no país. Nessa perspectiva, é notório as precárias políticas públicas que ajudem a inserir o cidadão deficiente em diversas áreas no tecido social, mais evidente ainda quando se analisa a baixa presença desses indivíduos em escolas ou em diversas profissões. Isso contribui para o aumento do capacitismo na sociedade brasileira, pois a exclusão desses cidadãos provoca uma segregação e, consequentemente, preconceitos tornam-se mais evidentes. Sob essa visão, Aristóteles, filósofo grego, afirmou que a justiça é a base da sociedade. Nesse sentido, é essencial medidas para reverter essa injustiça ainda vigente.
Outrossim, o preconceito da população constitui como um dos desafios para resolver a questão. Nessa lógica, é evidente que frequentemente deficientes são vistos como inválidos pela sociedade brasileira, no qual a sua capacidade é questionada por muitos, o que dificulta o surgimento de oportunidades para esses indivíduos. Segundo George Bernard Shaw, dramaturgo irlandês, é impossível progredir sem mudança. Destarte, é essencial que a população respeite e lute pela a inserção dos deficientes no tecido social, tendo em vista que todo cidadão tem direito ao respeito e ao bem-estar social, algo que ainda não é evidente.
você, portanto, medidas para resolver a questão. O Poder Público, por meio de uma emnda constitucional realizada no Senado, deve reformular as leis, com o fito de inserir os deficientes na sociedade e evitar a segregação desses indivíduos. Ademais, deve criar um projeto de lei no qual o capacitismo seja considerado crime, a fim de atenuar o preconceito e combater a questão. Por fim, O Ministério da Educação, por meio de palestras em diversos canais de comunicação, como redes sociais, televisão e rádio, deve promover a importãncia do respeito aos indivíduos portadores de deficiência, no qual aborde que todos são capazes independentemente de suas limitações. Espera-se, com isso, que os homens resistam ao capacitismo e ajudem entre si a combater esse mal, assim como afirmou o filósofo brasileiro Maarquês de Maricá.