Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 04/01/2021
Durante a Grécia antiga, em Esparta, a criança que nascia com alguma deficiência era jogada em um precipício, pois como era uma sociedade militarizada não admitiam, principalmente, homens portadores de qualquer doença que comprometesse seu desempenho. De forma analoga aos dias atuais, o capacitismo é algo muito recorrente no Brasil e mesmo que hajam leis as quais garantem direitos aos portadores de deficiência, ainda sofrem muito por atitudes de intolerância. Logo, é um problema que deve ser resolvido.
Em primeira análise, Hannah Arendt aborda o conceito de “Banalidade do Mal”, em que as pessoas produzem e reproduzem o mal sem pensar sobre suas ações. Dessa forma, aplicando essa teoria nas atitudes de quem pratica o capacitismo no país, percebe-se que isso se tornou banal para quem o comete, pois não pensam nas conssequências dos seus atos. Outrossim, devido ao fato de ser algo presente na sociedade desde muito tempo, em muitos casos essa prática é normalizada. Isso é um problema, pois pode acarretar danos físicos e psicológicos à quem sofre.
Em segunda análise, é notório que violência verbal e física contra deficientes é algo que existe na sociedade desde muito tempo. Durante a Grécia antiga, em Esparta, essas pessoas eram jogadas em precipícios assim que nasciam. Hoje, esse tipo de coisa não é mais permitida, pois leis foram criadas para proteger e garantir o direito dessas pessoas presentes na constituição. Porém, ainda são vítimas de maustratos e discurso de ódio por muitas pessoas que os consideram incapazes de realizar determinadas atividades.
Em síntese, para combater o capacitismo no Brasil, é preciso que o governo, por meio do Ministério da Educação, juntamente com a mídia, deve elaborar campanhas educativas tanto nas escolas quanto nas redes sociais. Com isso, profissionais capacitados que lidam com pessoas portadoras de deficiência física ou mental expliquem nesses ambientes a importância de incluir socialmente essas pessoas sem cometer atos preconceituosos contra elas. A fim de conscientizar os indivíduos desde cedo para que não cometam capacitismo.