Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 01/01/2021
Antigamente na civilização espartana adotavam-se a prática de sacrificar indivíduos anômalos, pois idealizavam-os como estorvos. Contemporaneamente, tais preconceitos reverberam na sociedade brasileira, denotado pelo hábito do capacitismo. Esse prejugalmento, deve-se ao adjetivamento de inferioridade aos deficientes físicos assim expelindo-os das relações sociais por meio do trabalho.
Primeiramente, a cultura é pilar basilar de qualquer sociedade, porém ao analisarmos as ações aplicadas aos indigêntes físicos, percebemos mazelas estruturais. Paralelamente, Antonio Gramsci atesta o hábito como força motriz das condutas sociais, em suma, todo alicerce gera-se a partir da cultura. Nesse viéis, preconceitos a respeito dos deficientes atuais possuem respaldo histórico, estigmas de inferioridade advém de épocas, cujo a civilização demandavam trabalhadores braçais; sujeitos que não adequavam-se a essa padronização sofriam depreciação. Desta forma gerando descriminação até hoje presente na mordenice brasileira.
Ademais, a intersubjetividade constituisse por diversos meios, um deles é o emprego, todavia nem todos cidadões participam dessa realidade. Karl Marx asserta que a formação das relações sociais provêm do trabalho, em outras palavras: as relações sociais configuram-se no seio economico da classificação do trabalho. Atualmente, nota-se a visualização improdutiva sobre os deficientes físicos, visto que apenas 1% estão inseridos no mercado, portanto excluindo-os da cotidianidade social, logo tornando-os anormais, pois não se manifestam no dia a dia.
Depreende-se, sobretudo a necessidade de inserir os deficientes no mercado de trabalho afim de extinguir percepções ignóbeis. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Economia em conluio com o Congresso Nacional determinem que empresas de grande porte - capacitados a empregarem cerca de 150 funcionários, devem reserva 10% das vagas á deficientes físicos; consolidando tal ação por meio de programas que devem capacitá-los de forma mais harmoniosa ao novo hábito. Isto posto, busca-se eliminar o capacitismo por intermédio da cultura e do trabalho.