Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 31/12/2020
No século XIX, pessoas com deficiência eram rotuladas como meio de entretenimento, e com isso foram privadas de seus direitos, já que não eram consideradas cidadãs da sociedade. Também, intituladas como incapazes devido às suas ‘’limitações’’, diagnosticadas de modo errônio pela medicina da época em questão. Assim, evidencia-se que o preconceito direcionado a essas pessoas é cultural, e decorre de fatores como: escassez de educação sobre o assunto na escola, que implica em ignorância social e intelectual na fase adulta no que tange às diferenças biológicas das pessoas.
Primeiramente, a mentalidade das pessoas precisam de mudanças que tragam progressos, no que diz respeito aos conceitos impostos a elas ainda na infância. Por exemplo, na escola, as crianças não são ensinadas sobre as diferenças que compõe a sociedade formada por diversidade. Então, isso resulta em indiferença e pouca empatia quanto as diferenças das pessoas. Conforme foi dito pelo físico Albert Einstein, é necessário promover mudança na forma de pensar para que um problema normalizado na visão da sociedade seja resolvido.
Em segundo lugar, vale falar sobre a orientação e suporte às famílias que são formadas por pessoas com alguma deficiência. A fim de melhorar a qualidade de vida dessas, é importante que no nascimento, todas as orientações sejam dadas. Logo, os pais entenderão que a limitação não fará da criança inválida, como por não enxergar por exemplo. Isso irá contribuir para a melhora do convívio familiar, em como cuidar, amar, discernimento em eventuais situações e desenvolvimento social da pessoa deficiente.
Em resumo, é importante que o Ministério da Educação promova mudanças na grade de aprendizado ainda no ensino fundamental. Por meio de atividades interativas, com a intenção de estimular socialmente os indivíduos, e máterias que abordem as diferenças, a fim de construir uma relação natural e saudável entre pessoas. Assim, o país se desenvolverá.