Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 02/01/2021
Exclusão, preconceito e descaso. Apesar do Brasil haver a lei 13.146 que garante a proteção e igualdade entre as pessoas com deficiência, o país convive com celeumas decorrente da intolerância nas relações socias com os deficientes. Tal situação de imperícia é evidenciado na séria “The God Doctor”, fora da teledramaturgia a nação brasileira presencia dois dilemas: as negligências nos espaços socias e a ausência de recursos inclusivos para deficientes. Desse modo, comprova o estado de desorganização social.
Em contexto inicial, é inegavél que existem fatores negativos para construir a igualdade social, uma vez que a prática da exclusão com os deficientes é constante desde os primordios, na qual esses indivíduos eram notados como olhar preconceituoso e designados de aberrações. Além de fazer parte de um problema segregacionista, percebe-se a limitância atrelada a essa conduta, visto que a restrinção em espaços sociais dificulta o processo de inclusão. De forma análoga, a obra supracitada confima as dificuldades enfrentadas por deficientes, ao demonstrar um jovem médico autista que é discriminado no ambiente de trabalho por ser interpretado como incapaz de exercer sua profissão devido ao seu transtorno mental. Hodiernamente, percebe-se tal imprudência, como prova dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística informa que menos de 1% do total de empregos formais são ocupados por pessoas com deficiência. Com isso, destaca-se a necessidade de reverter esse cenário.
Ademais, é fundamental salientar a escassez de recursos em prol dos deficientes, uma vez que ambientes socias inclusivos criam entraves significantes ao acesso a equidade. Tal situação vai de encontro com as ideias de anomia socail do filósofo Émile Durkheim, onde destaca que a sociedade cria momento de interrupções das regras que regem os indivíduos, afetando o desenvolvimento social. Dessa maneira, vale ressaltar a importância de pessoas deficientes em todos âmbitos, a exemplo a digital influencer deficiente “Pequena Lo”, utiliza de sua rede social para se tornar um espaço de interação e inclusão na mídia.
Em suma, entende-se que é preciso mitigar com a cultura do capacitismo. Para que isso ocorra, o Ministério do Trabalho deve criar leis, em parceria com a Secretaria Especial da Cultura, ampliando locais coletivos de interação para os deficientes e a demais sociedade. Para tanto, é necessário que criem um projeto que direcione empresas a contratrem pessoas com deficiencia em troca de verbas financeiras, a fim de desenvolver atividades remuneradas e inclusão no mercado de trabalho, como também, ampliar na mídia desenhos animados para criancas com hérois deficientes, disponibilizando em canais públicos, assim direcionado as crianças para prática de inclusão e abolição do preconceito.