Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 02/01/2021

De acordo com o artigo 5 da Constituição Federal de 1988, todos devem ser tratados da mesma forma, independente de sexo, etnia ou deficiência. Ainda assim, se olharmos para nosso cotidiano, o capacitismo - preconceito contra deficientes - é velado e nítido em pequenas atitudes. Alguns dos propulsores dessa intolerância podem ser ocasionados pelo desrespeito aos deficientes e a falta de acessibilidade.

Não obstante, um dos casos mais comuns é observar as vagas de estacionamento para deficientes ocupadas por pessoas sem qualquer limitação, fazendo com que o beneficiário de tal direito concedido, tenha que se deslocar a outra vaga que não seja adaptada a sua deficiência, podendo gerar constrangimento e até acidentes.

Outrossim, algumas estruturas de estacionamentos e até processo de seleção de emprego, que deveriam garantir acessibilidade de todas pessoas, independente de sua capacidade física ou mental, negligenciam. Conforme o blog informativo Comunica que Muda, apenas 11% das notícias são positivas em relação aos deficientes.

Dessa forma, para que as leis que garantam igualdade e as que buscam trazer equidade para os portadores de alguma limitação sejam respeitadas e que a prática do capacitismo diminua, é necessário a criação de um órgão público pelo Governo Federal, para fortalecer a fiscalização de onde o direito se aplica, criando um disk denúncia para que seja reportada qualquer situação que esteja em desconformidade com a lei. Com isso, a denúncia trará a fiscalização no local e que se for confirmada, será aplicada uma multa ao infrator.