Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 03/01/2021
A partir do século XX, a luta pelo fim do capacitismo tornou-se importante para o alcance da igualdade. Esse movimento define o capacitismo como uma forma hierarquizada de entender a capacidade de alguém através de padrões corporais e mentais hegemônicos, ou seja, considerados “normais”. Esse aspecto social é percebido nas estruturas sociais, principalmente no preconceito, e na falta de oportunidades para essas pessoas por serem consideradas inferiores. Em vista desse quadro, para a inclusão desse grupo e a extinção do capacitismo, é imprescindível entender esses desafios e criar programas que mudem a opnião popular sobre o assunto.
É preciso entender, esses primeiros, que a exclusão de deficientes é consequência de uma falta de políticas públicas governamentais. Embora a Constituição de 1988 garanta o Estado como protetor e inclusor social de deficientes, há uma carência desses projetos atualmente. Sem a oportunidade garantida constitucionalmente, esse grupo não consegue se mostrar capacitado, permanecendo no senso comum como inferiores. Logo, são necessárias políticas emancipatórias.
Além disso, outro notório motivo para esse problema é a falta de conscientização na formação. No livro “Raízes do Brasil”, o autor Sérgio Buarque retrata a segregação social como característica dominante no país. Nesse sentido, atualmente, o capacitismo também se encontra enraizado nas pessoas desde a sua criação devido à escassez de programas que apresenta a capacidade independente da diferença. Desse modo, são projetos primordiais que agreguem valor a distinção física e mental desde a formação cidadã.
Portanto, percebe-se que para uma homogeneidade nas relações capacitárias são exigidas as transformações e de mentalidade popular. Para isso, o Poder Executivo - representado pelo Ministério da Cidadania - deve focar na inclusão de deficientes, por meio de projetos econômicos, como empregos e cursos para que seja perceptível sua capacidade. Ademais, o Ministério da Educação deve apresentar e incentivar o respeito às diferenças com projetos em escolas. Feito isso, pode se caminhar para o fim do capacitismo e o início da igualdade.