Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 05/01/2021

Desde a ascensõa artística e cultural do classicismo e romantismo, tornou-se nítido suas influências na buca de um padrão ideal, tanto fisicamente quanto psicologicamente. Dessa forma, se evidenciou gradativamente a presença de diversas condutas preconceituosas, dentre elas o capacitismo com os deficientes, no qual o combate persiste ausente nas mídias, dificultando a inclusão.

Entretanto, ao contrário da forte inclusão dos movimentos LGBTs e do racismo, por exemplo, em diversos setores do entreterimento crítico, servindo como instrumento para a reflexão social, o caso do capacitirmo não recebe essa devida atenção. Segundo dados da Rederman Family Foundation, cerca de 140 séries de TV tiveram a presença de deficiente, entre os anos de 2016 e 2018. Porém, a deficiência foram retratados como algo lamentável, o que inibe a ação da inclusão social.

Além disso, a aculturação de tais condutas em relação aos deficientes, teve a principal causa de mídias voltados para o humor. Os chamados “freak shows”, bastante praticado durante o século XIX, retratavam a deficiência como algo cômico, estimulando e incorporando atos de bullying, sendo autoexplicativo pela sua tradução: “show de aberrações”. Dessa maneira, é notório sua participação para a aculturação desse tipo de preconceito na sociedade atual.

Portanto, como diria uma frase emblemática do filme “O Poço”: “nenhuma mudança é espontânea”, o que tange a necessidade de uma ação social para o alcance da soliedariedade. Com isso, é válido como papel da mídia, assim como a presença da sociedade e ONG’s, dispersar a inclusão social, por meio de postagens (como slogans), a fim de combater o capacitismo.