Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 29/03/2021

Os empecilhos para deficientes no século XXI

Pessoas com deficiência sofrem inúmeras dificuldades cotidianas, uma delas é o capacitismo, ou seja, a exclusão parcial dos indivíduos na sociedade. Isso ocorre em função dos estigmas associados aos limitados movimentos corporais, julgados por muitos como obstáculos para locomoção. Portanto, faz-se necessário observar o preconceito por grande parcela da população e as consequências emocionais de termos pejorativos para essas pessoas, que formenta o descumprimento de leis.

Em primeiro lugar, é importante ressaltar o pensamento medíocre de alguns sujeitos. De acordo com o jornal Estadão, 77% dos deficientes se sentem violados, seja verbalmente ou fisicamente. Esse déficit é decorrente da desigualdade social implementada nas raízes das camadas coletivas, que estimula a disparidade de níveis opressores. Logo, os prejulgamentos resumem em um emaranhado de ações precipitadas e injustas feitas por pessoas aparentemente “normais”.

Em segundo lugar, um ponto pouco debatido é a saúde mental dos deficientes desrespeitados. Durante a idade média, havia “atrações” denominadas “freak shows”, que tratavam pessoas com anomalias genéticas como aberrações. Sob essa dinâmica, ao parecer ultrapassado, atitudes como essas ainda persistem atualmente de maneira diferente e em menores proporções. Por conseguinte, a mentalidade dos indivíduos é duramente atingida e fragilizada, o que pode provocar baixa autoestima, exclusão, depressão e até mesmo suicídio.

Em síntese, o cenário atual é muito preocupante em relação aos portadores de deficiência, pois suas reivindicações são amplamente descumpridas. Assim sendo, é de extrema importância o Ministério da Mulher e dos Direitos Humanos criar campanhas de conscientização criativas, através de meios de comunicações, assegurado por incentivos fiscais, de modo a atingir maior igualdade de pessoas na sociedade brasileira.