Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 10/01/2021

O filme “Extraordinário” retrata os desafios enfrentados pelo protagonista quando decide frequentar uma escola pela primeira vez, tendo em vista que sua educação sempre foi domiciliar devido sua condição física que demandaria de muitos procedimentos cirúrgicos ao longo dos anos. O enredo retrata a questão do preconceito sofrido devido à sua condição e a dificuldade de aceitação das pessoas que o via como incapaz. Nesse contexto, as questões que precisam ser avaliadas: o significado do capacitismo na atualidade; e quais os desafios para combatê-lo no país.

Em primeira análise, deve-se entender que capacitismo nada mais é que o preconceito contra pessoas que possuem algum tipo de deficiência física ou intelectual, subestimando sua capacidade de contribuição para o convívio social. As pessoas que praticam o capacitismo traçam um padrão do individio que seria o “normal” aceitável pela comunidade, menosprezando todo aquele que não se enquadra nesse modelo. Possibilitando assim, uma discriminação frequente em nosso país.

Em segundo lugar, vê-se com frequência campanhas nas mídias sociais como o #Écapacitismoquando demonstrando para uma sociedade as várias formas de discriminação sofridas por pessoas com algum tipo de restrição. Visto que o indivíduo algumas vezes comete o capacitismo inconscientemente, em virtude do padrão rotulado pela sociedade contemporânea. Não obstante, deficiente é o pensamento o cidadão que subestima a capacidade de outrem de alcançar os objetivos, criando barreiras e desculpas para oferecer uma oportunidade.

Portanto, em todos esses problemas, é visível a ação do Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Ministério Público (MP), incentivando a inclusão por meio de investimentos por parte do Governo, com o intuito de aperfeiçoar as estruturas públicas e dar melhor formação aos professores para atender aos alunos com deficiência desde a primeira infância. Bem como, o MEC por meio dos veículos de informações como o Google e programas de televisão, criar campanhas de incentivos para que o cidadão se mantenha aberto para a inclusão de pessoas com restrições físicas ou intelectuais.  Para assim, romper o desafio que dificuldade a inserção delas na comunidade.