Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 06/01/2021
Desde a era medieval e roma antiga, pessoas diferentes do padrão sofriam muita discriminação e eram eliminadas da sociedade com crueldade como se fossem aberrações. Felizmente, ações públicas e leis tomaram iniciativas positivas pela inclusão e respeito a todos. Contudo, o preconceito enraizado ainda é recorrente no século XXI. Desse modo, vale discutir a falta de representação otimista desse grupo e falhas do governo para superar o capacitismo no Brasil.
A princípio, vale ressaltar que a falta de convivência e ocorrência torna-se certo aspecto estranho e pode causar repulsa. Em declaração, a Ruderman Family Foundation estudou 280 entretenimentos televisivos entre 2016 e 2018 e afirmou que metade deles apresentavam gente com algum tipo de deficiência. Entretanto, eram representados como problema limitador a ser superado. Nessa lógica, é fundamental mudar essa perspectiva, com o finto de formar cidadão tolerante à diversidade.
Outrossim, é cabido afirmar que o governo falha em garantir o bem-estar geral e a inclusão social. Em análogo a célebre frase do chanceler alemão, Bismark, “a política é a arte do possível” faz muito sentido frente ao tema. Assim, o regime regente falha com sua obrigação que deveria descontruir a supertição de que uma limitação física ou cognitiva impede uma pessoa de ter uma vida normal e realizar tarefas com êxito.
Por conseguinte, é imprescindível que as escolas, em conjunto aos municípios, elaborem projetos e reformas, a fim de limpar os vestígios do capacitismo e incluir os deficiêntes numa sociedade mais igualitária, por meio de verbas disponibilizadas pelo governo, com o apoio de ONGs e do Ministério Público com maior acessibilidade e visibilidade. Ademais, é crucial que os meios midiáticos representem essa minoria de forma positiva e engrandecedora, por intermédio de telenovelas e oportunidade de emprego aos deficiênte para ter representatividade e serem vistos com normalidade pelo corpo social.