Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 07/01/2021

A sociedade contemporânea é maracada por divesos manifestos de discriminação do corpo, poi scarrega na sua bagagem histórica, a perfeição e o culto ao corpo como objeto de perfeição. Análogo a isso, surge o conceito do capacitismo que é resultado da discrinação à pessoa que possui algum tipo de deficiência, seja ela física ou mental. A partir disso, observa-se que essa parcela da sociedade sofre com a falta de acessibilidade e, também, a capacidade socioemocional abalada pela intensa busca pela aprovação das suas características pela sociedade.

O Estatuto da Pessoa com Deficiência, criado em 2015, assegura que o indivíduo tem o direito de liberdade e inclusão social para exercer sua cidadania. No entanto, há muitos desafios a serem enfrentados relacionados à acessibilidade, pois é notório que existe exclusões de pessoas que possuem alguma deficiência, ou seja, são vistas como pessoas com falhas e inpacidades. Dessa maneira, é primordial que as insituições públicas e privadas viabilizem o acesso de todo e qualquer indivíduo com a promoção de um maior número de contratações e reformulação de espaçoes, além de  promover o respeito e a integração social entre as partes.

Outrossim, é importante ressaltar que além da discriminação, há, ainda, o lado socioemocional do indivíduo que assiste à essas manifestações preconceituosas por possuir uma característica corporal cognitiva ou corporal diferente das demais, no qual se sentem superiores aos demais. Dessa forma, é observado que o capacitismo tem o poder de rotular as pessoas com deficiências como incapacitadas de trabalhar e formar uma família como qualquer outro indivíduo. Com isso, é notório que o caráter, a personalidade não são levados em conta na formação do indivíduo que possui deficiência, pois há um padrão social imposto pela sociedade e que aprecia características físicas. Assim, o indivíduo cria uma imagem de autoaceitação e de sentimento de inferioridade e que imapcta no seu lado emocional.

Portanto, para que o combate ao capacitismo seja eficaz, o Governo Federal deve criar programas de inclusão e acessibilidade nas repartições públicas e privadas com a reformulação de espaços e oferta de empregos, por meio de incentivos fiscais em prol da garantia de socialização desses indivíduos. Além disso, o MEC deve incluir nas escolas, a promoção de projetos que incentivem o respeito entre todos os indivíduos. Desse modo, a eficácia no desenvolviemento social da sociedade resultará a uma comunidade de respeito e aceitação.