Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 07/01/2021

O filósofo Thomas More, através do livro “Utopia”, narra vivências de uma ilha fictícia onde não havia qualquer tipo de problema e beirava a perfeição. Hodirnermante, o Brasil mostra-se distante da idealização de More, principalmente quanto ao demasiado capacitismo vigente em sociedade. Destarte, convém analisar tanto a visão arcaica trivial, quanto a configuração de deficiências em algo cômico como fatores que rodeiam esse cenário nefasto.

A princípio, é imperatvo salientar a conservação de concepções preconceituosas com deficientes ao longo da história por não se adequarem à padrões normativos. Essa ideia faz analogia ao comportamento espartano na Grécia Antiga, onde bebês considerados fracos ou doentes eram mortos em prol da república, em que a maioria dos cidadãos deveria se tornar guerreiros. Assim sendo, pode-se compreender que atitudes preconceituosas, como as quais em Esparta, permanecem vivas em sociedade, cultivando uma hieraquia em função da capacidade funcional.

Outrossim, cabe analisar a transformações de portadores de limitações fisícas, sensorial ou intelectuais em algo burlesco, ridicularizando-os. Acerca disso, vale ponderar a série norte americana “American Horror Story: Freak Show”, que demontra deficientes exibidos como aberrações em um circo e a forma como eram segregados da sociedade. Portanto, pode-se trazer à luz ao pensamento crítico de que, por não serem como o padrão corponormativo, indivisúos se tornam fontes de piadas e entreterimentos.

Urge, portanto, necessidade de mudança desse cenário nefasto. Para atingir a plenitude, cabe à mídia, através de propagandas televisivas, iniciarem campanhas de conscientização que abordem sobre a importância de acolhimento de deficientes à cidadania e reprimam atitudes capacitistas, com o intuito de extinguir a marginalização de indivíduos com deficiência.