Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 13/01/2021
É inegável que o preconceito aos deficientes está cada vez mais evidente no Brasil. A busca por um corpo perfeito e padronizado se tornou uma meta que muitos brasileiros almejam. Devido à essa cultura, a população acaba gradativamente mais capacitista e, pessoas que tenham características fora desse padrão são discriminadas e por muitas vezes taxadas como inferiores. Nesse âmbito, essas pessoas acabam tendo que lidar com inúmeras adversidades e até mesmo opressões durante sua vida. Em primeiro plano, evidenciam-se padrões que estão culturalmente enraizados na sociedade brasileira. Visto que várias adversidades prosseguem sendo uma grande barreira a ser superada. A falta de infraestrutura que possa facilitar a vida cotidiana de pessoas deficientes segue sendo um problema vigente. Consoante a isso, eles também enfrentram uma grande falta de oportunidades, principalmente no mercado de trabalho, apenas pelo fato de possuírem alguma deficiência, acabam sendo vistos com incapazes. Cabe mencionar, em segundo plano, que de acordo com dados do IBGE, mais de 20% da população tem algum tipo de deficiência e desses 20%, apenas 1% está inserido no mercado de trabalho. Além disso, a discriminação contra eles está presente em vários setores da vida. Escolas, ruas, lugares públicos e etc. Portanto, o capacionismo é um atraso na sociedade hodierna e seu combate precisa ser feito. Pois de acordo com John F. Kennedy, ex-presidente norte-americano, o preconceito é a pior de todas as doenças. Dessa forma, medidas devem ser tomadas para amenizar essa problemática. O Governo Federal junto às escolas, devem criar programas e palestras para conscientizar crianças e jovens sobre o respeito a todos e que os padrões de beleza não são algo positivo, pois por meio deles o preconceito e a discriminação acabam sendo disseminados. Além disso, o Governo Federal deve fazer com que as leis à deficientes sejam mais rigorosas, também devem adicionar mais meios de inclusão para eles, tais como; mais vagas no mercado de trabalho, profissionais capacitados em escolas e universidades para ensina-los e uma infraestrutura adequada para que não sofram mais problemas. Portanto, espera-se que dessa forma, os padrões de beleza se tornem apenas uma página virada nos livros de história e que todos sejam respeitados não importando a aparência e as características físicas que possuam.