Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 13/01/2021
João é um brasileiro portador de paraplegia; por conta da sua condição, ele enfrenta diversas dificuldades incomuns na vida de muitos de brasilienses, por exemplo: a minimização da sua capacidade de independência. Nesse cenário, é inquestionável que a questão capacitista provoca diversas consequências sociais no Brasil. Fatores como a falta de conhecimento sobre a temática pela sociedade e a falsa visão limitadora reforçada pela a Grande Mídia contribuem para o agravamento desta mazela em terras verdes e amarelas.
Em primeiro plano, a ignorância os brasilienses sobre a questão capacitista é um dos maiores obstáculos nesse combate. Segundo o poeta brasileiro, Carlos Drummond de Andrade, cada ser é um único e não padronizável. Às luzes dessa afirmativa, é possível afirmar que uma das melhores características do ser humano é sua pluralidade, sendo assim, a falta de conhecimento da população sobre essa diversidade reforça no imaginário brasílico a corponormatividade que incentiva a visão limitadora do portador de alguma deficiência. Dessa forma, com a sua percepção deturpada, a sociedade reproduz atos capacitistas no seu contidiano. Diante disso, fica evidente a necessidade da mudança do quadro tual no que tange essa problemática.
Em segundo plano, a imagem limitada do deficiente reforçada pela a Grande Mídia atrapalha o enfrentamento da questão capacitista no país. O filme ‘Colegas’ do diretor brasileiro, Marcelo Galvão, retrata a história de três amigos portadores de síndrome de down que decidem embarcar em uma aven-tura para realizar os seus sonhos. Em outras telas, diferentemente do trabalho louvável de Galvão, os personagens portadores de alguma deficiência são na maioria esmagadora das vezes são representa-dos como totalmente dependentes de alguem não deficiente, viabilizando uma leitura equivocada e limitadora do deficiente . Desse modo, fica clara a urgência da alteração da imagem retratada pela a Grande Mídia.
Logo, tendo em vista os fatos supracitados, é indubitável que a problmática capacitista urge ser so-lucionada na nação brasileira. Portanto, é dever do Governo, na figura do Ministério das Comunicações - agente competente das questões telecomunicativas e de radiodifusão do país - promover campanhas publicitárias coentizadoras sobre a temática, altamente difundidas por meio do uso de diversas redes de comunicação como o Instagram, com o objetivo de mudar o imaginário brasileiro. Também é dever da própria Grande Mídia mudar a sua representação de personagens deficientes mediante a papeis de protagonismo a esses personagens em suas novelas e séries, com o fito de mitigar o capacitismo natu-ralizado no cotidiano brasileiro. Assim, João não terá mais a sua capacidade questionada.