Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 14/01/2021

No contexto social vigente, o capacitismo se mostra muito presente na sociedade hodierna, no qual consiste em violência contra portadores de deficiência, tanto física quanto mental, que a inclusão e o difícil acesso à sociedade são empecilhos na sua progressão. Tal problemática contribui com a falta de inclusão social e a ausência de empatia, que devem ser solucionadas urgentemente.

Em primeiro plano, segundo o pensamento de Martin Luther King, que diz: " A injustiça num lugar qualquer, ameaça a justiça em qualquer lugar". Mostra a realidade que muitas pessoas passam diariamente, no qual a injustiça causa o mal em muitas questões sociais, contribuindo assim com a difícil inclusão social de indivíduos deficientes. Ademais, a ausência de inclusão na sociedade se mostra um desafio, pois está atrelado a um preconceito de outros cidadãos contra deficientes, que os qualificam como incapazes de efetuar tal atividade ou profissão, comumente visto em escolas e locais de trabalho.

Em segunda análise, a ausência de empatia é outro fator que acaba motivando a prática de discriminação contra deficientes, no qual são mal tratados e pouco representados, ficando assim às margens da sociedade, evidenciando cada vez mais a falta de compaixão e solidariedade com o próximo. Outrossim, no século XIX, pessoas com deficiência eram usadas em circos, como show de atração, para divertir o público, por conta do seu problema, sendo diminuídas e alvos de chacotas, que acabou por motivar futuramente a sua complicada aceitação na sociedade.

Com base nos argumentos mencionados, o capacitismo consiste em uma discriminação física ou moral contra indivíduos deficientes, que a falta de inclusão social e a carência de empatia são empecilhos quanto a sua devida atenção e aceitação na sociedade, e para que isso seja solucionado é necessário ações do governo, promovendo a criação de leis mais severas, a fim de punir os agressores devidamente, com o intuito de diminuir tal prática, e cabe também ao Estado e as escolas, a promoção de campanhas que visam a importância da inclusão social de pessoas deficientes, prestando apoio e solidariedade aos mesmos, com a finalidade de romper preconceitos e valorizar a igualdade, deixando o ambiente justo e saudável. Com isso, o capacitismo não será problema na sociedade brasileira.