Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 15/01/2021
Contemporaneamente, o Brasil tem estado sob um teto de igualidade muito bem assistido pela constituição de 1988. Porém, na prática encontra-se o capacitismo como sendo analogamente uma das pedras que a sociedade está fundamentada. Esse infortúnio é gerado ora pelo despreparo das instituições de ensino, ora pelo preconceito e a falta de oportunidades no âmbito profissional. Logo, remediar tal problemática se faz imprescindível.
Pode comprrender de início, que o despreparo das instituições de ensino está diretamente ligado com a dificuldade da superação do capacitismo. Pois, é na infância que crianças apreendem a lidar com as diferenças um das outras. Evidentemente, sendo fundamental a preparação de professores para lidar da melhor forma possível com essas diferenças e assim, enraizar a celebração da igualdade. Exemplifica-se tal fato no livro " Passarinha" da autora Kathryn Eskine, onde aborda-se uma protagonista com autismo que recebe um devido acolhimento e orientação na escola, ajudando em seu desenvolvimento pessoal e com outras crianças. Portanto, é evidente que o preparo escolar facilite a luta contra o capacitismo.
Deve-se ressaltar, além disso, que o preconceito e a falta de oportunidades no âmbito profissional se encontra estratificado dentro da sociedade brasileira. Apesar de existirem leis para o emprego de pessoas portadoras de deficiência, pouco se observa o cumprimento dessa, levando em consideração a falta de fiscalização atrelado ao grande preconceito ainda existente em muitos empregadores e funcionários. Encontra-se a abordagem deste assunto no livro “flores para Algernon” do autor Daniel Keyes, onde o protagonista é portador de uma grave doença intelectual e mesmo encontrando um emprego, ainda é vítima de muito preconceito e julgamentos. Por consequência, milhares de indivíduos se encontram marginalizados, abandonando para sempre a vontade de ser útil em sua sociedade.
Torna-se claro, portanto, a urgência de caminhos para superar os desafios do combate ao capacitismo no Brasil. Faz-se fundamental que o Governo Federal ofereça palestras e cursos de preparação para educadores, por meio das redes sociais, aspirando assim uma melhor abordagem com crianças em fase de desenvolvimento, visando uma futura sociedade livre de preconceitos. Ademais cabe ao governo municipal em parceria com grandes empresas, o enrijecimento de fiscalizações para o emprego de deficientes, bem como a propagação de campanhas contra o preconceito no âmbito profissional, através das mídias, objetivando sempre o combate ao capacitismo nessas areás da sociedade. Com esse intercâmbio de medidas, o Brasil superará uma das pedras que a sociedade se fundamentou.