Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 16/01/2021
A Declaração Universal dos Direitos Humanos -promulgado em 1948 pela Organização das Nações Unidas- assegura o direito ao bem estar social. Todavia, mesmo sendo garantido por lei todo tipo de cuidado e proteção necessário contra a discriminação aos deficientes, ainda é facilmente encontrado nos dias de hoje, dessa forma há inúmeros desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil. De acordo com esse exposto, é notório que esse tipo de preconceito existe por motivos como, a mínima inclusão de deficientes -no ambiente de lazer e trabalho, por exemplo- , e o estranhamento que é resultado dos costumes históricos.
No livro e filme O Extraordinário, August Pullman é uma criança que nasceu com deficiências faciais e por conta disso não tinha contato com a sociedade, por exemplo, não frequentava a escola e não comparecia em ambientes com aglomerações, para evitar olhados distorcidos. Esse hábito é responsável também por não preparar o cidadão a respeitar e aprender a viver com as diferenças, e além disso é importante destacar que, na maioria das vezes o motivo desse distanciamento é a falta de preparação e recepcionalização dos locais para receber deficientes, causando um isolamento e dependencia por parte deles.
Ademais, séculos atrás a população da antiguidade não respeitava e ainda temia aos deficientes, e com isso as pessoas com necessidade especiais acabavam sendo queimadas até a morte ou humilhados das piores formas. Com base nesse feito histórico, deve-se considerar um dos desafios para o combate ao capicitismo, o preconceito trazido de tempos passados, como forma de passagem de histórica, pois de qualquer maneira esse tipo de violência e discriminação já foi forma parte de uma cultura , gerando terror por serem considerados “obras de castigo”, em resumo, por tradições antigas se formou a imagem de alguns tipos de deficiente trazendo “medo” o que resulta no distanciamento com eles, que gera a incapacidade de algumas pessoas vê-los de forma acolhedora.
Com base nesses fatos, e levando em consideração os direitos conquistados e assegurados pela ONU, ainda se vê necessário a tomada de iniciativa por parte, principalmente, da sociedade para evitar constragimentos e exclusões sociais. Sendo assim, o Estado deve priorizar o processo de inclusão dessas pessoas na sociedade e realizar programas nas escolas, por meio da ampliação de oportunidades no mercado de trabalho, exigimento de infraesturas adequadas em todos os ambientes, e com a inserção de uma nova disciplina no programa educacional, responsável por ensinar e promover a reflexão, com base nos problemas causados pela genética e que ensine a lidar com alguns comportamentos diferentes e cuidados especiais, em busca de eliminar o capacitismo na sociedade.