Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 16/01/2021

De acordo com as ideias de Durkheim, um fato social é maneira coletiva de pensar e agir. De maneira semelhante, a questão para o combate ao capacitismo no Brasil mostra-se de forma complexa, uma vez que é uma realidade em que a sociedade pratica a discriminação aos indivíduos com deficiência. Nessa perspectiva, é preciso que estratégias sejam aplicadas para alterar essa situação, que possui como origem: insuficiência de leis e falta de empatia.

Primeiramente, convém ressaltar que uma causa do problema é a ineficiência legislativa. Sob essa lógica, o filósofo inglês John Locke defende que as leis fizeram-se para os homens e não para as leis. Dessa maneira, ao ser criada uma lei, é preciso que ela seja planejada minuciosamente para melhorar a vida das pessoas em sua aplicação. Porém, a lei de 1998 que decreta o direito à segurança e a igualdade não funciona na prática, conforme é eficiente teoricamente.

Em segundo plano, vale salientar que outro motivo é a ausência de alteridade. Sob esse viés, São Tomás de Aquino defende que todas as pessoas precisam ser tratadas com a mesma importância. No entanto, no que se refere à questão dos desafios para o combate ao capacitismo no Brasil, observa-se  falhas desse cumprimento fora da menção, o que proporciona mais incidência à problemática.

Portanto, medidas são necessárias para sanar o impasse. Para esse fim, é dever do Estado atualizar a lei do século XIX, descrevendo com o apoio da mídia brasileira a função dos direitos e deveres de cada cidadãos incluídos dentro de uma sociedade. Tais funções podem ocorrer por meio de verbas governamentais tanto para a divulgação do conteúdo com o ordenamento jurídico quanto para esclarecer através da programação o respeito mútuo que deve ser exercido, a fim de modificar esse panorama discriminatório e progredir com ordem e progresso.