Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 26/01/2021
" È mais fácil desintegrar um átomo, do que um preconceito", essa frase dita pelo fisíco Albert Einstein no séc. XX, anos após, ainda tem representação atemporal nas sociedades. Desse modo, quando analisamos os desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil, percebe-se a incidência do pensamento referido, o que deve ser discutido com uma visão humanista. Isto se evidencia não apenas pela falta de conscientização da sociedade, mas também pelo descaso do governo em gerir esse problema.
Hodiernamente, é fulcral pontuar que a discriminação as pessoas deficientes aumentam consideravelmente, devido a ausência de conscientização social e empatia, provocado pela falta de políticas educacionais. Num país com 24 porcento da população com alguma deficiência, segundo o IBGE, é inadmissivel a permanência dessas atitudes capacitistas.
Outrossim, a Constituição Federal do país, prevê que todos são iguais perante a lei, e que è dever do Estado prover a todos com equidade. Contrariando a Lei Maior, a negligência estatal corrobora para esse imbróglio. Isso é evidenciado pelas escolas públicas que não possuem educadores habilitados para o ensino inclusivo, nos meios de transportes, e sistema viário precários, que não oferecem suporte adequado, como calçadas apropriadas para os cegos.
Portanto, para que seja desfeito esses preceitos aos deficientes,e a Carta Magma seja respeitada, é necessario uma ação contundente do Estado. Assim, o governo federal deve investir em campanhas educacionais voltadas a inclusão e solidariedade aos deficientes, por meio das mídias digitais e televisivas,com o apoio de empresas privadas parceiras,no intuito de abranger pessoas de diferentes nichos sociais; bem como a realização de palestras mensais nas escolas, com a mesma temática, abrangendo todas as faixas etárias. Espera-se, com isso, que o capacitismo no Brasil seja superado, para que uma sociedade integrada seja alcançada.