Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 07/02/2021
Pessoas deficientes sempre estiveram presentes na sociedade brasileira, no entanto, são tratadas de modo desigual dos indivíduos que não apresentam tais características. Em alguns casos, isso vai além, mostrando violências e discriminações de pessoas deficientes - esse ato é chamado de capacitismo. Essa problemática deve ser combatida na sociedade, por apresentar danos as pessoas deficientes, e como consequência, malefícios ligados ao avanço da sociedade pela marginalização desses indivíduos.
Em primeiro argumento, é analisado como o capacitismo afeta a pessoa deficiente. Segundo o filósofo John Stuart Mill, a própria sociedade causa um fenômeno chamado tirania social: o ato de executar comandos que são tão opressivos quanto atos ditatoriais lançados pelo governo. No contexto do capacitismo, a tirania social é aplicada como uma forma de oprimir os indivíduos deficientes. Isso pode ser observado em diversas formas, como, por exemplo, no sentido de usar deficiências como xingamentos, ao chamar alguém de débil mental, autista.
Em um contexto maior, é possível analisar como a marginalização desses indivíduos compactuam para uma decadência do avanço da sociedade. Um dos maiores físicos da história, Stephen Hawking, apresentava uma deficiência que o impedia de mover o corpo. No entanto, mesmo com suas limitações corporais, ele conquistou seu lugar na história. Agora, se ele fosse posto de lado por conta de sua deficiência, diversos avanços na área da física não seriam descobertos. Desse modo, fica evidente não só a importância da inserção desses indivíduos na sociedade, como também, o apoio que esse indivíduo precisa para lidar com suas deficiências.
Em suma, fica evidente a necessidade de gerar uma solução para essa problemática. Desse modo, cabe a Mídia realizar entrevistas com indivíduos deficientes, e televisionar as mesmas em horário nobre, de modo que possa atingir o maior número de pessoas possíveis, para que a população fique consciente que deficientes são pessoas comuns, e merecem ser tratados com o devido respeito. Assim, a sociedade brasileira caminhará em rumo para um futuro mais compreensivo e menos preconceituoso.