Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 17/03/2021
O capacistismo é o ato de discriminar pessoas com deficências. Logo, assim como outras discriminações tem punições perante a lei, o capacistismo também tem penalidades segundo o artigo 88 da Constituição brasileira. Entretanto, indivíduos com deficiência encontram obstáculos na sociedade contemporânea, sendo necessário ações para populção entender como o capacistismo é algo extremamente comum na sociedade, tendo em vista que pouco mais de 1 bilhão de pessoas no mundo todo são portadoras de alguma deficiência.
Na Grécia antiga, os Espartanos consideravam bebês deficientes como incapazes, lançando-os de forma mortal sob penhascos. O preconceito também foi exarcebadamente grande no século 19 em meio a Revolução Industrial, época em que os empregados que trabalhavam precisavam estar aptos para trabalharem por horas, excluindo e repudiando os portadores de defiência como incapazes de qualquer tipo de serviço.
No Brasil não é de extrema naturalidade encontrar deficientes em lugares como empresas e até mesmo em escolas. Isso se dá ao despreparo da população em receber tais brasileiros. O preconceito em alguns casos pode até ter caráter romantizado, sendo observado quando uma pessoa agradece por ter nascido “perfeito”, mostrando que a opinião da mesma seja que, portadores da deficiência sejam “imperfeitos”. O país não está preparado para integrar tais pessoas, pois o mínimo como rampas e passeios planejados não é 100% eficaz no país.
Com o intuito de trasformar o Brasil em uma nação na qual oferece condições mais igualitárias entre pessoas com e sem deficiência. É necessário que o ministério da educação incentive escolas a contratarem intrutores capacitados a ajudar e auxiliar todas as crianças incluido as com deficiências. Naturalmente ensinando também todos os alunos maneiras de incluir todos, como o ensinamento de libras. Outrossim, o governo brasileiro poderia diminuir impostos para empresas que contratam trabalhadores com deficiência, sabendo que muitas das mesmas são capazes de trabalhar. Gerando assim, oportunidades desde as crianças até os adultos portadores de deficiência.