Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 18/03/2021
Corforme a primeira Lei de Newton, a qual afirma que um corpo tem de permanecer em movimento, até que uma força atue sobre ele mudando de percurso os desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil, são um problema que persiste na sociedade há muito tempo. Com isso, ao invés de funcionar como uma força capaz de mudar o percurso da problemática a combinação de fatores como a falta de respeito da sociedade e a desvalorização do governo acabam por contribuírem para a situação atual.
Em primeira análise, cabe pontuar que a ausência do respeito da população a respeito dos deficientes é muito grande, e isso ajuda na permanência da problemática no país. De acordo, com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, cerca de 55% da população brasileira não respeita os indivíduos que possui algum tipo de deficiência. Transformando pessoas cegas, surdas e com doenças mentais ou físicas em seres incapazes, indifesos, sem direitos e sempre deixados para o segundo plano, pois a sociedade acredita que um indíviduo que carrega consigo uma deficiência é incapaz de fazer algo para a sociedade, sendo excluido do meio onde vive.
Ademais, vale lembrar que a desvalorização dos líderes quando se trata da inclusão social dos deficientes é muito grande. A exemplo, no plano do governo o que se vê são programas, propostas, leis e projetos, que ficam na maioria das vezes só no papel. Também nos estados e municípios, não existe uma política efetiva de inclusão que viabilize planos integrados de acessibilidade, saúde e educação, o Ministério da Educação relatou em seu site que 33% da população deficiente não frequenta a escola, por vários motivos, as escolas não estão preparadas com infraestruturas suficiente para receber elas. Diante disso, percebe-se a mudança do percurso da problemática, com metas e ações convergindo para a obtenção de um mesmo objetivo: resguardar o direito dos portadores de deficiências.
Dessa forma, são necessárias forças suficientes para mudarem a trajetória do impasse na sociedade brasileira. Portanto, é mister que o Ministério da Educação aliado a mídia, crie projetos como “Deficientes são pessoas” nas redes de telecomunicações dos Senadores e Ministros (facebook, instagram, whatzapp e youtuber) feitas por educadores, programas relacionados aos deficientes e documentários realizados por eles de como a vida deles são normais e são capazes de realizar qualquer tarefa como uma pessoa comum, sensibilizando a sociedade preconceituosa, a fim de garantir a inclusão social dessa população e minimizar o compacitismo no Brasil.