Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 27/03/2021

O capacitismo é o preconceito com deficientes, pois a ideia de perfeição é falada para todos, e aqueles que possuem uma formação incompleta, são julgados incapazes de fazerem atividades do cotidiano e são cobrados para serem mais “normais”. Esta descriminação pode ocorrer em qualquer lugar, e as escolas são os locais onde muitas pessoas praticam bullying, e a falta de acesso para eles também são desafios para aqueles que passam.

Cada deficiência possui um desafio diferente, e os desafios mais comuns são os de extrema importância, por exemplo: para cadeirantes a falta de rampas, para cegos a falta do braille e para mudos e surdos a falta de libras. Além deles, existem pessoas com má formações na aparência, e o filme “Extraordinário” representa as dificuldades passadas por Auggie Pullman, um garoto que possui uma deformidade facial, que aos 10 anos passa a frequentar a escola, mostrando como ele lida com o bullying, os olhares de pessoas assustadas comentando sobre ele, perguntas desconfortáveis e insinuações de que ele é incapaz de fazer algo.

Muitas pessoas são tratadas desta maneira, e a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência é contra isso. Ela foi criada no ano de 2015 e no artigo 1 esta lei diz: “que é destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania”.

Desta maneira, é direito por lei a facilitação para pessoas deficientes, portanto, as escolas devem pôr fim aos discursos de ódio entre os alunos para prevenir futuros traumas, brigas e inseguranças e promover aulas de libras, mesmo em escolas públicas. O governo deve também fazer uma lei para que tenha rampas nos estabelecimentos, e quando é necessário ler, ter em forma de braille também.