Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 26/03/2021
Desafios para o fim do Capacitismo
No século 19, pessoas com deficiência eram utilizadas para fazer pessoas rirem em “shows de aberração”, segundo o site “tab”. Com isso pode-se perceber que o capacitismo é algo muito sério, e para acabar com ele existem diversos desafios. As principais dificuldades a serem enfrentadas são, não só a falta de conscientização das pessoas mas também a restrita acessibilidade a diversas atividades na sociedade.
Em primeiro lugar, a falta de informação e a má conscientização das pessoas em relação a esse tema é um dos grandes problemas a se enfrentar. Muitas vezes as pessoas cometem o ato do capacitismo sem mesmo perceberem, como quando “xingam” alguém utilizando palavras como autista ou mongol, ao fazer isso a pessoa está criando uma relação de incapacidade com os deficientes, isso ocorre porque a maioria da população brasileira não tem consciência da gravidade desse assunto. Atos como, pensar que um cego não tem capacidade de digitar em um computador ou trabalhar, é uma forma de agredi-lo psicologicamente, e a maioria da população pratica isso, pois não sentem na pele o que é todo dia ter que ouvir que sentem dó de você por não andar, ou não enxergar.
Em segundo lugar, a falta de verba e de investimento na acessibilidade de deficientes a lugares comuns, e públicos também é outra barreira para a extinção do capacitismo. Nesse caso os desafios aumentam, e deixam cada vez mais desconfortável toda essa situação, um grande exemplo é o transporte público, para deficientes é muito complicado ter acesso a esse tipo de atividade, pois no Brasil o investimento nessa área é muito baixo. É uma espécie de preconceito, pois todos os cidadãos tem o direito de ir e vir, mas com essa falta de investimento, os cadeirantes tem grande dificuldade para exercer atividades e viver melhor em sociedade.
É evidente que a falta de investimentos e a baixa conscientização em relação a esse tema deve ser resolvida. Mais dinheiro do governo deve ser investido nessas pessoas, afinal é direito delas serem aceitas como são, e sem discriminações. Vale lembrar também que o assunto deve circular mais nas redes sociais e nas escolas, para que a conscientização chegue de forma mais rápida e fácil na casa dos cidadãos, a colaboração de instituições é fundamental para fortalecer o movimento.