Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 27/03/2021

Logo após a Segunda Grande Guerra e a Guerra do Vietnã, muitos homens saudáveis voltaram de lá debilitados fisicamente. Homens saudáveis que tinham uma vida normal pela frente, tinham como gerar riqueza ao país, mas agora estão incapacitados de trabalhar nas fábricas e nas lavouras. Portanto, eles começaram a discussão acerca de suas condições criando as primeiras leis de acessibilidade dos EUA. Hoje, no Brasil, sem guerra mas ainda com deficientes, começaram as discussões acerca do capacitismo e de como uma cadeira de rodas limita o corpo, mas não a pessoa. A sociedade brasileira tem tentando aos poucos se adaptar às pessoas com algum tipo de deficiência, seja ela qual for, rampas para cadeirantes, elevadores, pisos táteis, áudio-descrição, linguagem de sinais como acontece no canal Cultura) entre outros. Entretanto será que o brasileiro está adotado para com aqueles portadores de deficiência? Outrossim, sabemos que existe uma subestimação dos deficientes, principalmente em locais de trabalho onde é dito que estes não possuem a habilidade necessária para exercer uma profissão com a mesma destreza de uma pessoa normal. Para um cadeirante não existe dificuldade alguma em trabalhar em escritórios, fábricas, ou se graduar, e ele deve ser incentivado à fazer isso e não se reter somente à sua casa sendo cuidado por alguém. E talvez o maior exemplo de um graduado, foi Stephen Hawking, a mente mais brilhante do século que não tinha controle sobre o seu próprio corpo. Ou o humorista Gigante Léo, que usou de seu nanismo para se alavancar no humor. Pessoas que inpiram deficientes e outros a serem melhores, mas ainda sim existem novos casos de capacitismo espalhados pelas mídias digitais. Portanto, caberia à programas governamentais, o papel de conscientizar as pessoas a respeito do capacitismo e suas consequências, e às grandes empresas de criarem softwares para facilitar a imersão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.