Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 22/04/2021

A série de televisão “O Bom Doutor” apresenta a história de Shaun Murphy, um médico, residente de cirurgia, que possui autismo. Na história, está presente uma grande e crescente dificuldade em ser aceito pela equipe devido a sua deficiência, bem como, pela eliminação de que ele não é capaz de exercer a sua profissão. Sendo assim, fora da ficção, é fato que a realidade apresentada pela série pode ser relacionada a situação atual do Brasil: O capacitismo. Sendo, nada mais nada menos do que o preconceito, a discriminação e a opressão contra pessoas com qualquer tipo de deficiência. Caracterizando-as como inferiores, por conta de seu problema.

Em primeiro, deve destacar-se que, ao longo da história, os nossos portadores de alguma limitação, seja ela física, mental ou intelectual, foram excluídos e reprimidos, uma vez que não apresentavam os estereótipos considerados normais e aceitos pela sociedade, como também, capaz de desenvolver integralmente as atividades. Diversos são os enfrentados pelos portadores. O preconceito é o maior deles, pois, em todas as áreas da vida, o mesmo vive presente, sendo: escola, trabalho e convívio social. Intimidando os portadores e fazendo os mesmos isolar-se. É perceptível que, os portadores de deficiência continuam com dificuldades no mercado de trabalho, por não possuírem capacitação. Acabando que não cobertura emprego, e, quando alcance, são geralmente empregos precarizados.

Também é necessário frisar que outros problemas enfrentados pelos deficientes brasileiros são a mobilidade urbana e a acessibilidade. No cotidiano, os portadores de deficiência se deparam com calçadas esburacadas, Ausência de rampas, dificuldades na locomoção no transporte público, a falta de alargamento de portas, e, além disso, vê-se o desrespeito por parte da população com vagas destituídas à deficiência em estacionamentos e na preferência em assentos públicos e filas.

Sendo assim, fica evidente a necessidade de investimento na acessibilidade aos deficientes, com a ajuda do Governo Federal, construindo calçadas obtenção e realizando a manutenção de assentos em ônibus, bem como a disponibilidade de cadeiras de rodas e ferramentas necessárias em eventos e locais frequentes por eles. Torna-se essencial que os chefes de trabalho disponibilizem capacitação dos portadores de deficiência, promovendo cursos e palestras para melhorar a carreira dos seus trabalhadores. É importante que as escolas em parcerias com ONGS, criem projetos e campanhas que visem a inclusão social dos deficientes. E por fim, é preciso que uma população brasileira se conscientize, passe a respeitar os direitos dos deficientes, aceitando e incluindo os mesmos.