Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 23/04/2021

O filme “Extraordinário” retrata a vida de Auggie Pullman, menino que nasceu com deformidades faciais, e os desafios que enfrentou no processo de convivência, como o preconceito dos colegas. Nessa perspectiva, a importância da inclusão dos deficientes tem sido reconhecida, mas, no Brasil, como o capitalismo se tornou um grande obstáculo a ser superado, as pessoas ainda parecem não entender essa ideia. Isso ocorre porque as falhas do país e o impacto poderoso dos estereótipos contribuem para agravar este problema Além disso, deve-se atentar para o impacto dos estereótipos relacionados à vida cotidiana das pessoas com deficiência na manutenção da discriminação. Isso ocorre devido à falta de informações demográficas sobre os métodos de integração das pessoas com deficiência na sociedade, o que dificuldade ao combate às doenças infecciosas de origem humana. Prova disso é o conhecido conhecimento que associa as deformidades a doenças que incapacitam os conhecemos. Portanto, é preciso enfatizar que esse tipo de reserva ideológica só fará ecoar o desrespeito às pessoas com necessidade especial. Fica evidente, portanto, uma isenção do combate ao capacitismo no Brasil. Logo, o Congresso Nacional deve criar leis responsáveis ​​por garantir um maior investimento nacional em elementos que facilitam a integração de pessoas deficientes, como a construção de pontos de acessibilidade a portadores de necessidades especiais, por meio da inserção dessa ideia nas linhas orçamentárias nacionais, ampliar a inserção social desse grupo. Outrossim, o Ministério da Educação pode atuar na aplicação de aulas didáticas, com a participação de indivíduos deficientes, que desconstruam os estereótipos relacionados às deformidades, objetivando, assim, evitar situações de preconceito semelhantes àquelas vivenciadas por Auggie.