Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 30/06/2021
No filme “Fuja”, é retratada a vida de Chloe, uma deficiente física. Ao longo da trama, a narrativa revela que a mãe da protagonista a mantém presa em casa, por ter medo de que a filha não se adapte ao mundo real, por conta de sua condição. Fora da ficção, é fato que a realidade apresentada no filme pode ser relacionada à sociedade brasileira do século XXI: pessoas com deficiência são deslegitimadas e excluídas do convívio social.
Em primeiro lugar, é importante destacar que o preconceito existe e ele está aliado a desinformação. De acordo com vídeo da TV Senado, muitas pessoas acham que, alguém com dificuldades físicas não possui autonomia, tratando o indivíduo com necessidades especial como um mal dotado. Assim, esses indivíduos terão problemas de se integrar socialmente.
Consequentemente, essa exclusão pode gerar revolta e diversas doenças psicológicas. No mangá “Turma da Mônica Jovem”, o cadeirante Luca é bem aceito no ambiente em que vive e possui ótima qualidade de vida, como afirma o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), sobre os direitos de crianças e adolescentes. Adversamente, Grady Stiles Jr., no qual tinha uma deformidade nas mãos, foi ridicularizado ao ser exposto num show de horrores. Com isso, Grady se tornou e extremamente violente e até chegou a matar o seu genro.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Em virtude da problemática ser fruto da ignorância, cabe ao MEC (Ministério da Educação), que é o responsável pela educação brasileira, conscientizar e informar, por meio de palestras em escolas, sobre os vários tipos de deficiência e como introduzi-las nos ambientes comuns. Somente assim, será possível chegar ao objetivo que se tem em mente: o combate ao capacitismo no Brasil