Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 01/05/2021

No filme “Como eu era antes de você”, trata-se de um homem que sofreu um acidente e ficou tetraplégico, desde então, tornou-se uma pessoa infeliz que passa a depender do auxílio de sua cuidadora, Louisa Clark. Entretanto, no contexto brasileiro, a maior parte dos deficiêntes não possuem verbas o suficiente para obter a ajuda necessária, o que torna a desigualdade inigualável. Nesse prisma, destacam-se: a discrepância no mercado de trabalho e a falta de infraestrutura para indivíduos deficientes.

Primeiramente, é indubitável a dificuldade que os cidadões tem em conseguir emprego por consequência da sua condição física. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), quase 50% das pessoas que possuem essa estrutura, não são aceitas em trabalhos. Dessa forma, evidencia-se que a deficiência é usada como parâmetro, por duvidar de sua capacitação no âmbito profissional, já que não se enquadra no modelo social imposto.

Outrossim, é notória a falta de infraestruta nas cidades do país, a maior parte da população deficiente sofrem com a locomoção nas ruas. Consoante a isso, o filósofo inglês Thomas Hobbes disse: “É papel do estado garantir harmonia social”, a fim de atender às necessidades especiais desses indivíduos, tornando uma sociedade harmônica. Sendo assim, os desafios para a implantação de centros urbanos adequados, se deve a falta de empatia dos políticos e da própria sociedade.

Logo, fica evidente a necessidade de medidas que venham melhorar esse cenário atual. Por conseguinte, cabe ao Governo Federal junto com o Ministério do trabalho, fazer projetos por meio de oficinas educativas, a fim de mostrar que seu modo de vida não impede a sua capacitação profissional. Ademais, cabe ao Ministério da cidadania, fazer melhorias na acessibilidade urbana, por meio de verbas do governo, a fim de cumprir com a máxima de Thomas Hobbes, e garantir uma sociedade harmônica.