Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 30/04/2021

Beethoven um dos maiores músicos cômpos sua mais célebres obras de sua vida quando já estava surdo. Infelizmente, relata em suas cartas que sofreu muitos preconceitos, em que as pessoas não confiavam mais em suas músicas. No decorrer do tempo, no Brasil, pessoas com deficiência ainda são vítimas de preconceitos, exclusão e dificuldades. De forma que o capacitismo está presente e persiste na sociedade brasileira.

Na Grécia Antiga, essa pequena parte da população era tratada de duas formas: sendo eliminadas ou rejeitadas. Em Esparta, era comum famílias de nobres jogarem ao mar ou em precipícios os bêbes que apresentavam “anormalidades”. Ao longo do tempo, houve uma breve evolução em relação à inclusão dessas pessoas. Como por exemplo: adquirindo vagas dentro das universidades, em estabeleimentos, dentro do campo artístico e esportivo; um grande acontecimento no esporte foram os Jogos Paralímpicos. Onde sua origem se deu na Inglaterra, por causa da reabilitação de militares que foram feridos nas guerras daquéla época. O filme “Forrest Gump-O Contador de Histórias” retrata bem esse episódio, no qual o capitão do protagonista perde sua perna por causa de uma bomba, no Vietnã. Porém, por mais que acontecesse esses progressos, há muita discriminação  com as pessoas especiais.

O preconceito e o desinteresse em saber são os fatores que dizem respeito ao capacitismo. Rejeitando aqueles que são “diferentes”, julgando como incapazes de trabalhar, estudar, ter relações sexuais e até sonhar. Só por não terem um braço, perna, não escutarem, falarem ou não poder interagir. Mesmo autistas com grau elevado, podem exercer muitas coisas e ter habilidades incríveis. Se desenvolvem bastante em áreas artíticas e de raciocínio lógico, como é o caso do norte-americano Max Park que ganhou vários prêmios por bater o recorde de montar cubos mágicos. Em casos específicos, em que a pessoa não consiga de forma alguma se comunicar como pessoas um retardo mental, não fazem dela piores que as outras. Basta existir o respeito e enxergar como um ser humano.

Portanto, para que amenize os desafios do quadro atual, as escolas, o governo, universidades e empresas adotem medidas como: incluir a LIBRAS nas matérias escolares, campanhas que conscientizem a população sobre o respeito e a inclusão em locais de trabalho e em redes sociais. E apresentar relatos de pessoas  que fizeram a diferença ou inspiraram de alguma forma outras com suas “deficiências”, por meio de campanhas, notícias e artigos. Dessa forma, a sociedade vai estar mais informada e haverá mais empatia por estarem conhecendo a história delas. Como Beethoven que inspirou muitos outros musicistas do mundo todo, mesmo perante sua surdez.