Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 09/05/2021

Em vários filmes os abordam o modo de governo de Adolf Hitler, é visto a exclusão e extremo preconceito que ele praticava com pessoas como quais possuíam alguma desabilidade funcional, desde um mais simples até o mais severa, refletindo na extinção de muitas delas por meio de torturas. Em pleno século 21, apesar de não se comparar aos antigos métodos impostos por Hitler, a questão do preconceito enraizado em relação a deficientes ainda é preocupante. Nesse contexto, é visível a problemática existente acerca de tal tema, através da exclusão e capacitismo prático contra essas pessoas. Sendo notório, a exigência de iniciativas humanas e governamentais para combater tal quadro. Em primeiro plano, é imprescindível verificar a negligência do Poder Público, para a conquista dos direitos para deficientes, adaptado como uma quebra do contrato social, já que o Estado é incapaz de resolver e promover a igualdade dos direitos sociais a todos, com base na teoria do filósofo contratualista John Locke, através do reconhecimento social dos mesmos em ambientes considerados ’’ inapropriados ’’ pela população da população por acharem incapazes de configurar uma participação social efetiva, destacando dessa maneira em um preconceito que leva a exclusão e afastamento de tais pessoas no meio social. Sendo necessário a efetividade desse estigma.

Sob essa perspectiva, vale ressaltar ainda que o estigma não está relacionado à exclusão da participação social direta mas a indireta também, como quais são caracterizadas por meio de representatividades nos meios culturais, como o jornal nas mídias audiovisuais, cuja exposição é inferior à maioria, e que é retratada quase sempre com um viés doentio, deprimente e limitador. Refletindo desse modo uma sociedade que é incapaz de ’’ aceitar ’’ como diferenças e que as enxerga com caráter segregacionista. Haja vista, a necessidade de ’’ abrir mais portas ’’ tanto socialmente quanto nos meios culturais como modelo

Portanto, para que esse panorama segregacionista e preconceituoso seja dissolvido, deve-se haver mais campanhas publicitárias que abordem mais este lado da moeda, mostrando as dificuldades enfrentadas para conseguir tal visibilidade social e enfatizando e desmistificando a presença de inferioridade e de incapacidade para a realização de atividades laborais. Dessa forma, o Ministério da Educação precisa aplicar mais projetos educacionais que preguem a importância do reconhecimento de pessoas portadores de deficiência principalmente em ambientes escolares, desde a infância para que esse direito tão importante da inclusão seja ensinado e replicado durante a vida. Concluindo assim, o contrato social previsto por John Locke  através da igualdade dos direitos sociais e fugindo do modo preconceituoso e exclusivo de Hitler.