Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 11/05/2021
Na cidade de Esparta, na Grécia antiga, o indivíduo que nascesse com algum tipo de deficiência fisíca ou mental era morto, pois em uma cidade feita de guerreiros voltada para a guerra, os deficientes eram vistos como incapazes e um peso para o Estado. Apesar da passagem do tempo, no futuro o preconceito contra os deficientes não diminui apenas tomou novas formas. Visto que o capacitismo no Brasil ainda é presente, pois esse fato ocorre quando o Governo não disponibiliza condições acessíveis e possibilidades igualitárias aos deficientes na sociedade, e também quando as pessoas agem de forma preconceituosa, quando enxergam o deficiente como incapaz de efetuar algum trabalho ou estudo.
Primeiramente, deve-se recordar que até 2015 não havia leis que garantisse os direitos dos deficientes fisíco ou mentais no Brasil, após essa data foi disponibilizado a Lei de Inclusão, conjunto de leis que visam promover igualdade de condições e inclusão social do deficiente fisíco. Dado que antes desse Estatudo do Deficiente, esses indivíduos eram vistos a margem da sociedade, ou seja, não haviam leis que garantissem seus direitos de acessibilidades, como rampas, cotas em universidades e vagas destinada a esse grupo em grandes empresas.
Ademais, segundo o filosófo Aristóteles, “As pessoas devem se adaptar uma as outras”, esse fenômeno é chamado isonomia, o qual deveria ser praticado por todos em uma sociedade. Entretanto, isso não ocorre no Brasil, pois o deficiente é visto como incapaz de cursar uma universidade concorrida ou um trabalho de alta responsabilidade. Dado que, esse tipo de preconceito é incorreto, pois temos diversos exemplos das altas habilidades de diferentes deficientes fisícos como os atletas das paralimpiadas ,o fisíco Stephen Hawking e o ganhador do nobel de economia John Forbes que era esquizofrenico.
Portanto, vale ressaltar que o preconceito que induz a prática do incapacitismo é incorreto e precisa ser combatido. Posto isso, o Ministério Judicíario deve garantir que as leis de inclusão sejam cumpridas, com punições e multas severas, com intuito de garantir os direitos iguais dos deficientes. Além disso, o Ministério da Educação em parceria com o da Cidadania deve, deve promover palestras e divulgações através das mídia sociais, a fim de orientar o que é realmente deficiência e quais suas reais limitações, afim de diminuir o preconceito. Feito isso, a isonomia dita por Aristóteles e os direitos igualitários dos deficientes serão cumpridos de forma correta.