Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 25/05/2021
Em meados de 1980, a sociedade de forma geral, teve o primeiro contato com o Capacitismo, que logo adiante conseguira popularidade de seu significado tomando a iniciativa de acabar e conscientizar o preconceito da população. Além disso, essa luta pode ter suas consequências benéficas, como encorajar aqueles que possuem algum tipo de deficiência e que não estão aptos a principiar em seus futuros. Entretanto, é possível notar os meios de dificuldades daqueles que acabam sofrendo inclusão social em ambientes escolares e trabalhistas.
Com isso, Pessoas com deficiência (PCD) tendem a serem vistos como necessitados e fragilizados pela visão daqueles que não possuem um senso comum ou empatia sobre. Por Exemplo, em serviço certas pessoas acabam menosprezando o seu trabalho, deixando o sujeito com os “trabalhos fáceis” sem contar os seus desempenhos, as vezes fazendo essa escolha de forma inconsciente como algo automático, já nas escolas, quando um aluno novo especial acaba sendo inserido em torno dos alunos, acaba recebendo receio e até mesmo rejeição de participação quanto interação aos demais.
Contudo acabando de certa forma excluso de qualquer meio social onde lhe foi colocado. De acordo com a nova Política Nacional de Educação Especial (PNEE) do governo federal, tem como objetivo de ampliar o atendimento a 1,3 milhões de estudantes com demandas específicas, para sujeitos que possuem algum tipo de problema físico ou mental, dando uma oportunidade de estarem em um ambiente inclusivo.
Além disso, também falam sobre turmas e escolas especializadas, que atendem apenas estudantes com deficiência, o que é visto pela minoria como fator de exclusão.
Em suma, para que ocorra o processo de desenvolvimento e adaptação para a inclusão de um indivíduo com deficiência na sociedade, cabe ao Congresso Regional da Pessoa com Deficiência adentar aos meios escolares e trabalhistas, com a intenção de conscientizar por meio de campanhas e medidas de inclusão e aceitação social. Contudo, dando ênfase aos direitos humanos e igualitários, que todo portador de deficiência possui de forma racional sem formas de vitimização e concepção de um cidadão anormal.