Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 21/05/2021
De acordo com o art.88 da LBI (lei brasileira da inclusão) ¨ Praticar, induzir ou incitar discriminação de pessoa em razão de sua deficiência: Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.(…)¨, sendo assim caso uma pessoa pratique uma ação de capacitismo sobre um ser deficiente, essas pessoas poderá ser reclusa. O fato de uma pessoa ser considerada normal por não obter algum tipo de deficiência ser algo de constante frequência é como reflete o quanto o combate contra o capacitismo ainda será, infelizmente, muito trabalhoso.
Com base no que foi dito no parágrafo anterior, o fato de existir uma comparação entre um ser que não compõe algum tipo de deficiencia e um ser deficiente ser considerado algo recorrente é algo inadmissível, uma pessoa com deficiencia ser vista como sem valor e que precisa ser tratada para chegar em um efeito de normalidade vista pela sociedade. O assunto do capacitismo está sendo bastante abordado em redes sociais através de vídeos educativos e motivacionais de influenciadores digitais, deixando os jovens mais informados sobre o assunto.
Ademais, o dia 21 de setembro é o dia nacional de luta das pessoas com deficiência, um dia comemorado desde a década de 90, porém que só foi registrada como data no ano de 2005. O dia é mais um dos motivos para que a população seja informada sobre formas de tratamento e sobre a luta contra o capacitismo. A imensa quantidade de expressões capacitistas usadas no dia a dia pelas pessoas sem que ao menos sabem o verdadeiro significado é uma pergunta para como que a deficiência é lidada em sistemas de educação.
Assim sendo, o Governo deve além de buscar formas de acessibilidade em locais onde não apresentam, o que infelizmente ainda são muitos, e que ainda através do ministério da educação elabore palestras contra o capacitismo, dando desde cedo informações para as crianças e mais tarde para os jovens. A mídia deve fazer mais participação nessa luta, com a tamanha força que as redes sociais, como o Instagram e o twitter, tem podem levar confissões de pessoas que lutam contra esse preconceito para a população.