Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 25/05/2021
Em meados do século XIX, aconteciam shows em circos que eram conhecidos por apresentar pessoas “bizarras”, pessoas com deficiências físicas. Por terem uma vida diferente da comum, as pessoas pensavam que eles eram incapazes de serem tradados de formas iguais por serem daquele jeito.
A imagem que essas pessoas têm desde os séculos passados até hoje é aquela que eles não podem exercer as mesmas funções com capacidades socialmente aceitas como normais. Essa situação piora quando o foco é para a mídia que, sempre tenta passar uma mensagem de “superação” e “inspiração” para essas pessoas, e essas obras acabam inflingindo no ponto de que as pessoas com dificuldade acentuada precisam ser tratados como guerreiros e hérois. Esse afunilamento de visão sobre a situação desse grupo causa uma má representatividade, fazendo assim que as pessoas formem um estereótipo em cima dessa comunidade.
Os portadores de deficiência sentem esse preconceito na vida profissional, já que não são opção para a maioria das empresas. As empresas que geralmente contratam os portadores, os dão cargos sem perspectiva e possibilidade de crescimento profissional, visto que, raramente nas instituições existem profissionais qualificados para lidar com as deficências alheias tendo em vista o progresso profissional. Isso acaba gerando mais preconceito, já que, as pessoas que não são contratadas são consideradas preguiçosas e vivendo a base do governo.
Diante desses fatos, a necessidade de combater o capacitismo no Brasil é eminente, uma das soluções pode ser começada pelo Ministério da Cultura em parceria com a Mídia, para que assim possam inserir projetos de cotas para a inserção de pessoas com defiências na arte audiovisual, afim de, acabar com esteriótipos e aumentar a representatividade. A interferência dos três poderes é necessária para fiscalizar as empresas que não atendem as cota de PCD, desse modo aumentando a inclusão e desenvolvimento dessas pessoas nas instituições.