Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 25/05/2021
O filme Extraordinário, retrata o drama de Auggie Pullman, um garoto com deficiência facial prestes a frequentar a escola. Durante o trama, o menino é observado e excluido por ser diferente, mas com o suporte da familia e amigos, ele mostra que é tão capaz como qualquer um. Fora da ficção, pessoas deficiêntes sofrem muitos julgamentos, assim como mostrado no filme, e também lutam juntamente com a sociedade no combate ao capacitismo
Primeiramente, é valido destacar que o nível de competência de pessoas deficientes é igualitário e tão eficiente como de qualquer cidadão. Porém diversas vezes é necessaria a inclusão de equipamentos para melhor e facilitação da prática de certas atividades. Assim como menciona Bruna Katz, Sócia do escritório Bruna Katz Advocacia, no site Migalhas: “O deficiente é, em regra, plenamente capaz. É possível, porém, que haja necessidade de adoção de procedimentos de auxílio para a prática dos atos cotidianos.”
O Artigo 5 da Constituição Federal diz que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Em vista disso, busca-se incansávelmente o direito de semelhança entre toda nação, Porém, ainda assim, esses indivíduos, continuam sendo alvo de preconceito, discriminação e opressão na sociedade brasileira, que nasce mantendo o capacitismo acentuado. Isto é, mostra-se presente através de atitudes e falas costumeiras que mesmo despercebidas, não abandonam o diálogo e as ações brasileiras.
Dado o exposto, torna-se imediato a intervenção do Ministério da Educação e as Instituições de Ensino, na inclusão de aparelhos adaptados à deficiêntes nas escolas e faculdades, juntamente com professores especializados e treinados para agir em tais situações, para que por fim, o ocorrido no filme Extraordinário não se repita.