Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 11/07/2021
O filme “Extraordinário” retrata a trajetória de um no qual apresenta uma doença genética jovem que compromete a formação de alguns óssos e tecidos do seu rosto e, por isso, recebe educação em ambiente doméstico. Assim, note-se um tratamento diferenciado ao menino, visto que torna deslocado de atividades comuns às crianças de sua idade, em que pode ser nocivo ao seu desenvolvimento. Fora de ficção, na realidade brasílica, infelizmente o capacitismo é propagado de uma forma diminuída. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: a falta de informação sobre deficiências, bem como a menor visibilidade dada a essas pessoas.
Em primeira análise, é importante mencionar a desinformação sobre essa problemática. A palavra “deficiência” no pensamento da sociedade tupiniquim, geralmente significa incapacidade de executar alguma atividade e esse esteriótipo é errôneo, tendo em vista que os portadores não obrigatóriamente definidos de ajuda e podem realizar tarefas normalmente. Também, é fato que os ambientes estudantis são responsáveis por parte do pensamento crítico do aluno, mas não abordam o assunto do capacitismo em sala de aula, o que representa um entrave para a superação dessa mazela.
Também, a menor visibilidade desse grupo ocorre de forma significativa. Segundo a OMS, aproximadamente 1 bilhão de pessoas no mundo apresentam alguma deficiência, mas, por conta do preconceito, dissipam essas lesões que podem vencer e atitudes inadequadas, pois, segundo a pesquisa feita pela ONG GLAAD, 95% das pessoas sem deficiência ocupam as produções televisivas. Logo, é importante uma maior participação dessas pessoas para mostrar ao telespectador que os portadores não são incapazes.
Portanto, é fato que o capacitismo é preponderante no Brasil e precisa ser superado. Logo, é necessário que o Ministério da Cultura promova comerciais em rádios, televisões e jornais com a participação de deficiência para demonstrar que um portador pode ter uma vida normal. Também, que evidencia a necessidade de tratar a todos com respeito, para que assim, o Brasil seja mais consciente e igual.