Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 31/05/2021
Com certeza, o conceito de igualdade foi disseminado durante a Revolução Francesa, contudo, infelizmente, devido a falta de campanhas de conscientização e o despreparo estrutural e profissional, dificulta a igualdade na sociedade. Portanto, é fundamental que os devidos órgãos públicos solucionem os desafios em consequência do capacitismo.
Em primeira análise, a persistência do capacitismo se deve por meio da carência de campanhas e projetos de conscientização sobre o tópico, isto é, o esclarecimento da igualdade. Visto que, de acordo com dados divulgados pelo Ministério Público do Trabalho de São Paulo, cerca de 70% dos entrevistados afirmaram já terem sofrido algum tipo de assédio moral ou abuso físico devido a sua deficiência. Em outras palavras, é requisito que haja o conhecimento da população sobre a importância de garantir a igualdade de tratamento para estas pessoas, para assim, paralelamente, facilitar a denúncia contra os crimes de desacato contra elas, isto pois, a Constituição Federal deixa nítido a igualdade de todos perante a lei, por isso, é inaceitável a persistência deste preconceito.
Seguidamente, a falta de capacitação profissional e estrutual dos ambientes pioram as condições para findar o capacitismo. Tal ocasião é retratado no filme “A voz do silêncio”, o qual, evidencia os desafios que estas pessoas possuem em se relacionar com os outros devido a incapacidade do ambiente em as acomodar, assim como a ausência de profissionalismo para promover a inserção delas com a comunidade local. Ou seja, para que ocorra o fim do capacitismo, além das campanhas de conscientização, é indispensável o oferecimento de cursos para ajudar as pessoas a entenderem esta alteridade, e, ao mesmo tempo, efetivar ações que promovam o acolhimento para as pessoas portadoras de deficiência, tanto nos ambientes públicos - como escolas e parques - quanto em empresas e lojas.
Diante disso, é urgente a necessidade de solucionar este problema. Para isso, por meio de projetos e leis aprovados pela Câmara dos Deputados, garantir que o Ministério da Cidadania, juntamente com o Ministério da mulher, família e direitos humanos, providenciar a devida assistência para que erradique o capacitismo, isto quer dizer, além de criar programas de profissionalização para conscientizar sobre o tópico, promover o financiamento para facilitar a integração destas pessoas em lugares, seja público ou privado. Assim, garantir a igualdade e superar os desafios que o capacitismo traz, a fim de findar o proconceito e as dificuldades que ele ocasiona.