Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 16/06/2021

A Constituição brasileira de 1988, lei fundamental e suprema do país, afirma que todos são iguais perante a lei e gozam dos mesmos direitos. Porém, nos dias atuais não é isso que acontece, já que na sociedade ainda se encontra casos de capacitismo. Dessa forma, para combater o capacitismo no Brasil deve-se lutar contra o preconceito e a negligência governamental.

Diante desse cenário, é imperioso desatacar que essa problemática é fruto do preconceito social. Visto que, Pierre Bourdieu e sua teoria, mostra que a sociedade ao longo dos anos incorpora pensamentos difundidos e os reproduzem naturalmente. De maneira análoga a essa teoria, a sociedade contemporânea incorpora pensamentos dos povos passados, que tinha pessoas deficientes como alguém incapaz de fazer atividades igualmente a outro sem tais deficiências. Portanto, tal situação dificulta a resolução do capacitismo.

Ademais, vale ressaltar a negligência governamental e sua intrínseca relação com o capacitismo. Uma vez que, o governo não assegura que os direitos concebidos pelos deficientes sejam cumpridos pela sociedade, pois ainda existe preconceito com a questão dos portadores de doenças na área do trabalho, educação, lazer dentre outros. Consequentemente, prejudica muito mais a resolução do problema.

Logo, o governo federal deve criar novos projetos, por meio e com foco na sociedade, como: aulas sobre como lutar contra o capacitismo, campanhas de maior inclusão dos deficientes físicos e mentais na sociedade e que empresas contrate mais portadores de deficiências capazes de fazer o serviço designando a eles, com o objetivo de ter uma sociedade menos capacitista. Assim, fazendo valer os direitos da Constituição brasileira de 1988.