Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 05/07/2021

Os Direitos Humanos, criado pelas Nações Unidas em 1948, garante que todas as pessoas têm direito ao bem-estar social No entanto, é claro que essa garantia foi distorcida na prática, pois sabemos que, na vida real, as pessoas portadoras de deficiências acabam sendo, muitas vezes, tratadas da maneira errada, fortalecendo o estigma do capacitismo.

Em primeiro lugar, é importante destacar que a falta de recursos para as pessoas com deficiência física tem levado à persistência dessa situação, carecendo o governo brasileiro de medidas de combate à capacitação. Nesse sentido, a falta de programas educacionais que orientem os cidadãos brasileiros sobre como tratar as pessoas com deficiência, independentemente de sua natureza, tem gerado problemas de longa data no Brasil.

Além disso, mesmo com os avanços tecnológicos, a representatividade nas mídias sociais é baixa e pouco se fala sobre o capacitismo. Nas séries, filmes, propagandas, etc, a presença de pessoas com deficiência é quase nula, o que evidencia a Teoria de Estigma Social, pelo qual aquelas pessoas não se encaixariam no padrão estabelecido, acabando por serem excluídas do meio social, o que corrobora para a persistência do empecilho.

Portanto, é claro que há necessidade urgente de combater o capacitismo, especialmente para reduzir a desigualdade vivida pelas pessoas com deficiência. É necessário que o Ministério da Educação lance uma forte campanha de propaganda, para esclarecer e conscientizar a população sobre o assunto e seus prejuízos, principalmente através da divulgação de meios audiovisuais, de forma a mobilizar e exigir atitudes mais incisivas e sérias do governo, garantindo uma cidadania melhor para todas as pessoas.