Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 05/07/2021

A Constituição Federal de 1998, documento jurídico mais importante do Brasil, em seu artigo quinto, prevê que todo cidadão é igual perante a lei. Porém, essa prerrogativa torna-se falsa ao observar em nosso país, a presença da discriminação e o preconceito social contra pessoas com alguma deficiência mental ou física. No Brasil, o capacitismo ainda se apresenta como uma problemática social, já que não se dá a devida importância a esse tema.

Diante desse cenário, deve-se destacar a ausência de medidas governamentais, tendo em vista que as políticas de inclusão social são incluídas e não causam o efeito esperado, sendo necessário mais leis de inclusão social para combater o capacitismo. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 24% da população brasileira, mais de 45 milhões de pessoas, possui algum tipo de deficiência. Essa informação apenas reforça a falta de auxílio dos órgãos governamentais com essas pessoas.

Ademais, é importante apontar a padronização física nas redes sociais e na sociedade como grande impulsionador do problema. Além disso, a escassez de representatividade de deficientes na internet, reflete a má influência digital na construção de uma sociedade com maiores condições de igualdade e oportunidades. Consequentemente, o capacitismo exclui grupos do convívio social, ação que é danosa para a sociedade.

Portanto, cabe o Governo Federal promover campanhas publicitárias de inclusão social. Também, é necessário, por meio de projeto de leis, ampliar a introdução de deficientes em várias áreas da sociedade, como em atividades culturais e esportes. Além disso, promover debates em instituições de ensino sobre a importância do combate ao capacitismo.