Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 26/07/2021

O musical Rei do Show apresenta um circo composto por pessoas diferentes do comum, abrangendo não só alegria do show, mas também, as complicações vindas da ignorância do homem. Fora da ficção, pode-se perceber semelhanças quanto às objeções, pois há também quem destrate preferência não comum, sobretudo, pessoas com deficiência. Com isso, é imprescindível que haja uma mudança no pensamento estigmado sobre essas pessoas, juntamente com as adequações que acessibilizam a vivência delas em sociedade.

Em primeiro plano, uma das principais adversidades enfrentadas pelas pessoas com deficiência é o estereótipo associado a elas, que gera preconceitos diversos. Chimamanda Adichie expõe que “os estereótipos limitam o pensamento humano” e, sob essa perspectiva, entende-se a razão da existência de ações, falas e pensamentos capacitistas.

Em consequência disso, há a falta de acessibilidade a pessoas com deficiência tanto na forma prática , com equipamentos, tutores e outros, quanto de forma intangível, através de leis específicas e políticas públicas. Todo o exposto é fragmento da dificuldade para se combater o capacitismo no Brasil.

Portanto, para que o capacitismo e seus estigmas deixem de fazer parte da realidade brasileira, medidas necessárias ser retiradas. Logo, o governo nacional em parceria com os estados, deve, além de implantar projetos diversos e políticas públicas que auxiliam na desconstrução desse pensamento, dar voz e visibilidade às pessoas deficientes, para que sejam expostas suas vivências e pautas, combatendo desse modo, diretamente o capacitismo.