Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 09/09/2021
Desde os primórdios o ser humano é considerado um ser social, ou seja, necessitamos de uma interação e a aceitação. Esta aceitação se torna um desafio para pessoas com deficiência, seja ela física ou intelectual. Ao tentarem se inserir na sociedade contemporânea sofrem com a discriminação devido ao não “padrão normal”, tal ato se denomina como capacitismo. As dificuldades desse grupo social ultrapassam a não aceitação, pois grande parte de criança e jovens desenvolve uma baixa autoestima e encara junto as suas famílias um custo auto de acessibilidade.
Como todo contexto atual, o que se desenvolve nos dias de hoje é um espelho do passado. Em Esparta ocorriam práticas discriminatória de forma bem explicita. Por volta de 480. A.C. crianças recém-nascidas frágeis ou com alguma deficiência eram jogadas do alto do monte Taigeto a mais de 2.400 metros de altura devido a não estarem dentro do padrão físico adequado. Em tempos atuais observa-se esse retrato em mídias socias e dialetos do dia a dia, modos que assustam e oprimem pessoas deficientes. A falta de representatividade de pessoas nestas características em meios de alto alcance dificulta a “normatização” desta comunidade.
Segundo a organização internacional de direitos humanos, Human Rigths Watch (HRW), ocorre uma série de abusos contra crianças e adultos com deficiência em instituições brasileiras. A maioria das crianças são deixadas pela família em instituições e continuam a viver lá quando adulto, segundo um relato da mãe de um deficiente “Não tive escolha. O Estado não me dá nenhum apoio para cuidar dele em casa”. Nessas intuições, crianças e adultos podem enfrentar negligencia, condições desumanas e abuso, sem quaisquer condições a um espaço pessoal. Logo a falta amparo as famílias e a dificuldade em solucionar o problema deixa as contra parede.
Levando se em conta o que foi observado a dificuldade de acesso à informação leva o ser humano a um senso comum, onde o mesmo se encontra em sua própria bolha, para que ocorra a quebra desses estigmas é necessária uma distribuição de grande acesso a cognição, sendo ela através de uma consultoria de inclusão PCD, palestras, aderir a novos hábitos comunicativos. Como método para amparo a famílias é de suma importância a inclusão, acompanhamento, auxílio financeiro e a estabilidade para o deficiente conviver na sociedade.