Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 09/09/2021
O filme turco “O milagre da cela 7” , retrata a história de Memo, um pai que tem deficiência intelectual, o filme nos mostra o preconceito e dificuldade que o personagem sofre ao longo da história devido a sua deficiência. Longe der ser apenas uma história cinematográfica, tal realidade evidencia a exclusão social dos portadores de deficiência,um problema de extrema importância a ser abordado. Isso acontece devido ao preconceito enraizado na sociedade brasileira e as dificuldades que essas minorias enfrentam para serem independentes e terem mais acessibilidade.
É relevante abordar, primeiramente, que a sociedade possuí um grande preconceito em relação a pessoas portadoras de deficiência. Infelizmente esse fator faz com que o acesso de tarefas simples, se torne cada vez mais difícil, gerando limitação e constrangimento em deficientes.
Partindo dessa lógica, o desrespeito aos deficientes físicos, seja por uma ocupação ilegal de vagas de estacionamento, ou até mesmo por uma visão de inferioridade dessa minoria, revela que tal olhar preconceituoso e indiferente possibilita a perpetuação das desigualdades de oportunidades. Um estudo apontou que cerca de 70% de pcds acreditam que as empresas possuem preconceito de contráta-las, devido a falta de recursos para dar acessibilidade para essas minorias.
Ademais, pode-se perceber que o debate acerca dos desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil é imprescindível para a construção de uma sociedade mais igualitária e empática. Nessa lógica, é imperativo que o Ministério da Economia destine verbas para a construção de meios para dar mais acessibilidade para pessoas com deficiência (rampas,banheiros adaptados,elevadores adaptados,etc) em espaços de lazer, lojas,e outros espaços públicos. Desse modo, cabe às instituições educacionais promoverem palestras sobre a inclusão social de pcds,afim de desconstruir o preconceito enraizado pela sociedade. Dessa forma, o Brasil será um país mais igualitário e terá acesso para todos os cidadãos brasileiros.